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terça-feira, 18 de junho de 2013

A Zica que é sorte para mim


São Paulo, terra onde o meu coração descansa. Esse estado maravilhoso é a minha segunda casa e eu digo isso  com muita propriedade e com o peito cheio de orgulho. Sou grata a esse lugar por toda as alegrias que me proporcionou e por um amor que eu tive conheci. Amor que se transformou em uma amizade preciosa que  está num eterno processo de sobrevivência devido aos conflitos que sempre surgem, que na maioria das vezes se devem à minha natureza impulsiva. Mas o amor não é o que "tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta"? (1 Coríntios 13:7). Amor de verdade não acaba, se transforma e se multiplica. O "amado" em questão é prova disso. Se tudo o que eu tinha por ele era Eros, agora é Filos e se multiplicou. Nessa multiplicação veio alguém que mudou a minha vida, uma Zica que é sorte para mim.

A postagem de hoje carece de palavras. É apenas uma lembrança para ti e um jeito de estarmos mais próximas,  ignorando o fator mais cruel que nos separa: a longa distância. Eu queria ter a sorte de passar ao seu lado a melhor estação do ano, o inverno. Certifico-me de que o Criador será conosco e verá o quanto merecemos estar juntas para que possamos desfrutar mais momentos felizes como aqueles de outrora e que enchem os meus olhos ao me lembrar deles.

Zica, você é um presente lindo que Deus me deu. Eu sinto sua falta porque depois que eu te vi eu não soube mais viver sem você, sem o seu riso, seu grito escandaloso, sua companhia, sua mania francesa, seu Yakisoba; Sem seus palavrões que no fundo são a sua demonstração de carinho comigo e a gente sabe disso. Sinto falta de ter o seu rosto pela manhã como a primeira coisa pra eu ver. Sinto falta de dividir o cobertor com você no inverno. Você é a minha outra metade louca, a extensão do meu coração. Ao seu lado eu tive os melhores dias da minha vida.

Por hoje é só. Nem sempre se consegue traduzir em muitas palavras o que se pode ser dito em apenas uma: SAUDADE. Se lembra quando a gente dizia "nunca te vi, sempre te amei"? O nosso amor durará para sempre, fortalecido pelo nosso encontro que enfim se deu.
Sua alcunha não é azar coisa nenhuma! Essa Zica que é sorte para mim.

Passeio em Santo André, cidade que o meu coração abriga

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Isto fará bem à Cabeça!

Paola Sabbado, a Cabeça.
Dizem que a música une as pessoas. O "Músico" também. Através dele é que fui levada à outra alma que era fortemente tocada por seus acordes: Ela, que possui nome de uma das minhas personagens preferidas das telenovelas mexicanas mais o melhor dia da semana: Paola Sabbado, prima dele.

Tenho receio de não ser tão "sucinta" ao falar dela que há tanto espera por estas linhas, mas senti que não posso mais fazê-la esperar. Sei que isto fará bem à "Cabeça" (eu a chamo de Cabeça).

Seduzida pelos encantos da Europa, ela partiu para a terra da realeza: Inglaterra. E o que teria sido se eu pudesse tê-la sempre por perto? Não sei, mas em mim ficaram lembranças do que vivi com ela.

O nosso encontro se deu enquanto disputávamos os patrimônios do "Músico." Na ocasião, eu "adivinhei" que a guitarra Fender telecaster "Sophie" seria para ela e o Violão Takamine - o que me fazia feliz às segundas feiras- seria meu.
A príncipio, o "Músico" foi o nosso primeiro assunto, mas bastou falarmos sobre escrita e a conversa tomou novos rumos. Lendo este meu diário ela disse que eu escrevia muito bem e de maneira sucinta. Eu me recolhi na minha ignorância momentânea a pensar no que seria ser sucinta, mas ela me fez entender. A partir disso "sigo ela no blog e ela me segue no blog" (eu disse isso enquanto gravávamos um video quando ela veio à Belo Horizonte me concedendo a honra de poder dar o primeiro abraço nela).

Paola dividiu comigo a emoção que é ouvir o Músico tocar e observar o comportamento da platéia, sobretudo no balanço dos cabelos de uma certa morena que não sabe disfarçar ao som de "Se", do Djavan.
Mas como todo carnaval tem seu fim, chega a hora da "Cabeça" voltar ao seu lugar: São Paulo, terra que amo e que vive a me presentear com pessoas como esta.

Você, minha Cabeça, minha cara de codorna, eu não posso sair de casa sem te dar bom dia e te ver me chamar de cara de concha. Obrigada por ter entrado na minha vida.
Com o desejo de vê-la contente e dividir contigo mesmo que a distância, ofereço a você cada nota e verso desta canção que sei que marcou sua vida: Não vá ainda, de Zélia Duncan, executada por ele a meu pedido e especialmente para ti, minha amiga! Isto fará bem à Cabeça... e ao coração!
Um beijo!